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Sustentabilidade na decoração

Há tempos se fala muito que a casa tem de ser cada vez mais sustentável. Mas como isso pode ser colocado em prática na hora de decorar?

Antes de colocar em ação um projeto de reforma, por exemplo, é necessário pensar em como descartar o possível entulho com responsabilidade ambiental – peça ajuda ao designer para discutir as melhores possibilidades para eliminar os resíduos. Procure também fornecedores da sua cidade e região: assim você valoriza a economia local.

Deve-se também considerar o que pode ser reformado, evitando-se gastos extras. A esse processo de restaurar e/ou recuperar mobiliários antigos e “trazê-los” para a modernidade chama-se de sustentabilidade emocional – e essas peças de família acabam se tornando verdadeiras relíquias e a grande sensação da casa. Sabe por quê? Porque são únicas!

O estilo industrial – grande sucesso sobretudo entre os mais jovens e nos ambientes profissionais – também reforça o conceito de sustentabilidade em valorizar paredes, tetos e pisos naturais, deixando-os à vista. Assim, materiais como tijolos e concreto queimado também contribuem para esse estilo mais econômico e sustentável de compor espaços.

Outra tendência “verde” que vem se destacando neste ano é o uso da cortiça – ela é natural, renovável, reutilizável, 100% biodegradável e reciclável. Além de prática, permite diferentes composições nas paredes, trazendo cor e textura aos ambientes, e colaboram para o isolamento sonoro.

E vale destacar as plantas! Elas, que sempre tiveram lugar cativo na decoração, vêm ocupando ainda mais espaço. Muita gente cultiva hortaliças na cozinha ou na varanda, isto é, decoram o cômodo e ao mesmo tempo produzem os próprios condimentos.

Tenho certeza de que, depois desse artigo, você terá outras ideias para tornar a sua casa e a sua vida mais sustentável. Entenda: isso não é modismo! É uma tendência que veio para ficar! 

decoração sustentável

decoração sustentável

decoração sustentável

decoração sustentável

Piso estilo tabuleiro de xadrez, gosta?

 Xeque-mate para a sua casa!

Anteriormente usado com mais frequência em áreas molhadas – como cozinha, banheiro e lavanderia –, o piso estilo tabuleiro de xadrez, formado com as cores branco e preto, tem surgido em projetos atuais dando um toque retrô, porém com um diferencial: sem restrições. Traduzindo: você pode apostar nesse visual em qualquer ambiente da sua casa.

Acredita-se que esse desenho tão marcante já era usado nos templos desde o antigo Egito e foi se popularizando pelo continente europeu no século 15. Justamente por ter personalidade, o piso pode trazer certa insegurança na hora de decorar.

O primeiro passo é se atentar ao tamanho das peças do “tabuleiro” em relação ao espaço: se for pequeno, use “quadrados” menores; caso contrário, você pode escolher os maiores. Hoje em dia podem ser encontradas opções em porcelanato, cerâmica e até mesmo mármore.

Vamos falar de móveis? Os de madeira, em tons mais escuros, são uma boa pedida. Já o mobiliário transparente, feito em acrílico, plástico (polipropileno) e vidro, como cadeiras, mesas variadas, aparadores e afins, trazem ar de modernidade, assim como os detalhes metalizados – dourado, prateado e acobreado.

E as paredes? Bom, há gente que prefere investir no branco – que ressalta ainda mais o piso – ou em pelo menos uma no tom preto – sempre charmoso e elegante. Mas tem quem queira brincar com uma terceira cor. Nesse caso, tons de vermelho, laranja, amarelo, verde e azul criam um visual vibrante e original. Quer discrição? Os eternos clássicos cinza e bege são indicados.

Os objetos, adornos e quadros também são essenciais para completar o cenário de forma harmoniosa. Por exemplo: se decidiu manter as paredes brancas ou pretas, você pode trazer o colorido por meio de fotografias, tapeçarias, almofadas, encostos e assentos de cadeiras e poltronas, porta-retratos, vasos, cortinas, tapetes, entre outros recursos. Já para projetos com terceira cor, a dica é trabalhar o ton sur ton. Os elementos naturais – algodão, couro etc. – casam bem em todas as situações.

Agora, é com você!

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decoração do piso

decoração da sua casa

decorando o piso de sua casa

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Você gosta de esporte? E de decoração? Que tal juntar os dois?

Para os apaixonados por esportes, é possível colocar objetos esportivos em destaque  como elemento principal na decoração de um ambiente e ficar um show!!! Acho que casa tem que ter a cara do dono e adoro entrar em um ambiente e ir notando detalhes que mostram a personalidade das pessoas que vivem ali. Bicicletas, skates, remos, pranchas, acessórios de corrida, cestas de basquete, longboard, patins, squash, a bicicleta do filhote, luvas de boxe e muito mais.

Além de dar personalidade ao ambiente e ficar super charmoso, é uma excelente solução para guardar os equipamentos, é bem mais prático e economiza bastante espaço. Pendure a raquete de tênis numa parede, ou separe um cantinho do escritório pros patins, coloque um gancho na parede do corredor para pendurar o longboard e ficará tudo natural e uma graça!

Apenas uma dica que serve quase como regra:  pra usar as peças como decoração você precisa sempre deixar o ambiente arrumado e organizado. Não dá pra deixar numa parte da casa onde ficam aquelas baguncinhas sabe? Senão o objeto perde a proposta de decoração e acaba virando mais uma coisa jogada. Acho legal ter um local definido justamente pra deixar bem claro que ele está ali intencionalmente. Usar o corredor ou a parede de entrada da casa também é legal. Vamos ver algumas opções?

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E aí, gostaram? Não pratica esporte nenhum? Que tal começar ainda essa semana, bom para saúde e lindo para a decoração!!! Boa semana amigos.

 

Como decorar a sua casa usando as cores tendência 2016!

Já mostramos no início do ano em nossas redes sociais as cores que a Pantone apostou como as Cores do Ano de 2016. Mas deixei para falar um pouco mais sobre o assunto agora em março, quando realmente o ano começa. Juntei um apanhado de fotos de ambientes que usam essas cores pra você olhar, se inspirar e – quem sabe – usar as ideias na sua casa.

Pela primeira vez desde que começou essa tradição, a empresa seleciona duas cores ao invés de uma: Quartz Rose e Serenity (que, na tradução, significam Quartzo Rosa e Serenidade, respectivamente).

 

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A justificativa para esta escolha é que as cores de 2016 devem nos transportar para um lugar melhor, mais feliz e ensolarado, onde nós tenhamos a liberdade de expressarmos quem realmente somos. Interessante esse conceito, não acham?

Na minha opinião gosto das escolhas, pois são cores que se aproximam mais do público, e nos remetem a um consumo mais consciente, afinal  muita gente não quer mais “coisas”novas, mas sim dar uma levantada no que já tem (que é o caso dessas duas cores, e não do Marsala por exemplo, a cor escolhida pela Pantone no ano passado). Então, algo que combine com o que já se tem é bem vindo, o que você acha? 

Mas talvez no meio disso tudo você deve estar pensando, mas de novidade essas cores não tem muito, principalmente se tratando de quartos. Mas não é por isso que o cômodo deve ficar sem graça. Invista em objetos bacanas para criar uma composição mais interessante. Aliás, a parede em degradê por si só já espanta a mesmice que o azul pode trazer.

Vamos as inspirações?

 

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“A moda é a principal influência no que diz respeito às cores que serão tendência”, explica Laurie Pressman, vice-presidente do Pantone Color Institute. Segundo ela, apesar do rosa ter sido comumente associado ao universo feminino, as cores do momento ultrapassam as fronteiras de gênero – esta, sim, é uma tendência que veio para ficar”.

Gostaram? Mãos a obra?

 

 

Viviane Dinamarco está há 15 anos no mercado em Projetos Residenciais, Comerciais e Corporativos. Seu estilo clássico contemporâneo resulta na composição inusitada de objetos e móveis antigos com os modernos.

 

 

 

 

 

 

 

A Malha Metálica conquistando espaço na decoração.

As cortinas de Malha Metálica conquistaram seu espaço na arquitetura e nos projetos de decoração. Tem um designer fascinante pelo olhar, a sensação deste tecido é incrível, a malha não é um tecido de pano, mas sim uma tecelagem de metal, macio e flexível mas incrivelmente forte.

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Normalmente estamos acostumados ao uso da cortina em janelas e portas com o objetivo de dar privacidade, aconchego e também amenizar ou bloquear a entrada de luz. Mas a malha metálica é versátil, pois pode ser aplicada interna: como divisor de ambientes ou painel decorativo.  Ou aplicada externamente como revestimento de fachadas também.

 

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Arquiteta Camila Casotti, Casa Cor 2013

 

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painel decorativo

 

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Seu efeito é extraordinário com visual moderno e as opções de acabamento são:

alumínio (natural ou com pintura), inox e cobre tornando-se alternativa para vários ambientes.

 A malha necessária para alcançar uma queda natural é a Flat 20%. Para obter uma prega mais acentuada, é necessário a malha de 50% ou 100%.

 

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 O acionamento pode ser manual e motorizado, trazendo a possibilidade da tela ser recolhida a qualquer momento.

Outra característica desse produto é que seu uso não é restrito a espaços residenciais. Em espaços corporativos, ou comerciais como lojas, restaurantes, a cortina em malha metálica se coloca como uma solução muito interessante para a divisão de ambientes, dando à sua empresa um tom de modernidade, requinte e inovação.

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 Em São Paulo desenvolvimento exclusivo da Arthur Decor.

Viviane Dinamarco é designer de interiores há mais de 15 anos com projetos residenciais, comerciais e corporativos em todo Brasil e agora também na Itália.

fonte e fotos: arthurdecor.com.br

Sustentabilidade Urbana.

Quando o assunto é área verde, São Paulo deixa a desejar e muito! A cidade possui míseros 2,88m² de parques e praças por habitante. Para ter um ideia, o recomendado pela ONU é que os municípios tenham, no mínimo, 12m² de área verde por morador. Ou seja, a capital paulista está bem longe disso. Será que é possível mudar essa realidade?

Um dos caminhos para isso, e que vem agradando muito são os telhados verdes. Depois de mais de cinco anos de pesquisas, o Árvores de São Paulo criaram um método inovador para telhados verdes com o máximo de funções ambientais, que reproduz a dinâmica da floresta tropical, e permite uma verdadeira Mata Atlântica na cobertura de prédios com apenas 15 cm de espessura de uma “terra especial” da empresa SkyGarden, e a composição/espaçamento das espécies de árvores semelhante ao natural.

O objetivo do grupo é desenvolver métodos que permitam a biodiversidade nativa retornar para as cidades.

Explicam os especialistas que o resultado são florestas densas e verdejantes de até 3,5 metros de altura, que resistem a ventanias, consomem pouquíssima água, não dão manutenção, podem abrigar diversas espécies da fauna e pesam apenas 300 kg por m², o mesmo que um gramado em terra comum sobre laje. A cobertura diminui até 18° C de temperatura.

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O projeto apresentado na foto acima tem um ano de idade, e foi plantado em uma das coberturas do Edifício da Fundação Cásper Líbero.

Fonte: Árvores de São Paulo

Trabalhar de pé em escritórios pode se tornar uma nova tendência.

Várias pesquisas sugeriram que ficar constantemente sentado durante o período de trabalho pode prejudicar a saúde. Muitos especialistas consideram ainda que passar muito tempo sentado é tão prejudicial à saúde quanto fumar – má notícia para quem passa oito horas por dia sentado diante de uma mesa de trabalho.

Os últimos estudos sugerem ainda que permanecer sentado durante o trabalho pode causar problemas cardiovasculares ou deixar o corpo vulnerável à diabetes isso sem contar problemas de coluna, dor nas costas. E muitas pessoas não tem como resolver esses problemas com prática de exercícios em academias.

A partir disto, abre-se uma nova possibilidade: será que os escritórios do futuro poderiam girar em torno da ideia de trabalhar em pé?

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Os que defendem um tempo maior de pé durante o trabalho afirmam que esta nova forma de trabalhar é benéfica não apenas para a saúde, mas também para a energia e criatividade dos funcionários. E muitas grandes companhias estão começando a levar a sério estas afirmações.

A gerência das instalações da companhia americana GE na Grã-Bretanha está considerando a possibilidade de dar uma escolha aos funcionários. “Sabe-se cada vez mais que períodos longos de comportamento sedentário têm um efeito adverso para a saúde, então estamos tentando introduzir mesas para (os funcionários ficarem) em pé”, disse o engenheiro da GE Jonathan McGregor.

No entanto, o custo precisa ser calculado. As grandes empresas estão levantando os dados sobre doenças e folgas dos trabalhadores antes de tomar uma decisão. Os preços podem variar, mas uma mesa que permita trabalhar em pé geralmente custa mais do que as mesas convencionais. Na Grã-Bretanha, por exemplo, empresas cobram entre 500 libras (quase R$ 1,9 mil) e 400 libras (quase R$ 1,5 mil) por cada uma destas mesas quando são feitos pedidos de 50 ou mais unidades. O preço de uma mesa normal é de 172 libras, em média (R$ 642).

Além da diferença do custo, há também outra questão: as pessoas precisarão escolher se vão ficar sentadas ou em pé. Obrigar os funcionários a ficar em pé pode prejudicar o humor no local de trabalho.

Alan Hedge, especialista em ergonomia, é cético em relação à este tipo de mudança entre os trabalhadores. “Alguns simplesmente vão querer continuar sentados e os que tiverem mesas ajustáveis poderão ter desentendimentos com os que permanecem sentados”.

Mas então como fazer para resolver essa questão? Uma das possibilidades recomendadas pelos médicos é você criar o hábito de levantar-se e se movimentar com a maior frequência possível, inclusive Hedge acredita que os chefes deveriam estimular os funcionários a se mover mais dentro do escritório.

Segundo Jeremy Myerson, professor de design no Royal College of Art o conceito de permanecer sentado em um local de trabalho é uma inovação recente,  “Se você analisar o final do século 19″, disse o professor, “os escrivães vitorianos podiam ficar em pé em frente às suas mesas e se moviam muito mais”, explicou. “É possível ver o escritório industrial dos últimos cem anos como uma espécie de aberração na trajetória dos hábitos de trabalho dos últimos mil anos, quando sempre nos movimentamos”, acrescentou.

O que mudou tudo no século 20 foi o modelo de produção chamado de “taylorismo”, quando estudos de uso de tempo e movimentação foram aplicados ao trabalho de escritório. “É muito mais fácil supervisionar e controlar as pessoas quando elas estão sentadas”, disse Myerson.

O professor sugere que, nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, há uma “tendência de tratar o projeto do local de trabalho como custo e não como investimento”.

Myerson lembra que nem todos seguem esta vertente. “A Dinamarca acabou de determinar que os empregadores ofereçam aos funcionários mesas para sentar ou para ficar em pé”, disse.

E você o que acha disso, adaptaria-se a trabalhar em pé?

 

Matéria consultada Portal O Tempo/Comportamento

 

Tempos Modernos no Ambiente de Trabalho

Um cenário sério como salas fechadas, ambientação sóbria e móveis pesados fortemente ligados a conceitos como solidez e credibilidade foi por muito tempo concebido como ideal para ambientes empresariais, porém agora não mais.

design empregado em projetos de Arquitetura Corporativa era pouco flexível e pouco descontraído. Hoje com as novas tecnologias e as novas maneiras de as pessoas se relacionarem, com longas jornadas de trabalho, exige mais conforto e liberdade em suas estações. Tendo que lidar com a crescente demanda de colaboradores jovens, conectados e multitarefas, as organizações precisaram adaptar seu espaço a hábitos diferentes e muito mais dinâmicos. Isso influenciou não só uma mudança de postura na forma de se trabalhar, como também induziu o desenvolvimento de uma ambientação com linguagem mais “aberta” e original, diria até muitas vezes, ousada. O que é possível perceber também é uma “humanização” maior no ambiente de trabalho, onde o design se tornou um dos elementos responsáveis por apresentar e disponibilizar interfaces mais funcionais, confortáveis, coloridas e versáteis. Além disso, o design corporativo também passou a incorporar formas capazes de melhor se adequar à identidade das mais diversas marcas, definindo o DNA da empresa.

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Os novos escritórios estão sendo compostos por ambientes mais abertos e as divisórias e salas fechadas estão sendo substituídas por ilhas de trabalho e estações integradas. Nessa mudança, os móveis são os protagonistas. Mesas, balcões, armários e gaveteiros versáteis, que permitam diferentes locações, e se integram/ completam, têm ganhado espaço.  A utilização de cadeiras com materiais e design diferenciados também ajudam na modernização do ambiente.

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Nesse caso a empresa optou por refletir o conceito da marca em sua loja modelo, foi concebido um ambiente moderno, clean e tecnológico. O moderno e clean vêm do mobiliário limpo e prático, enquanto que o lado tecnológico vem dos equipamentos da WAP, acompanhados de uma iluminação em led. A WAP, é a tradicional produtora de lavadoras de alta pressão, aspiradores de pó, vaporizadores e ventiladores.

Agora eu te pergunto: o design da sua empresa ou escritório reflete a linguagem dos dias de hoje?

 

Vasos que se movimentam em busca da luz solar.

Eu adoro tudo que é novidade, ainda mais quando contribui com a natureza e com a praticidade do nosso dia a dia.

Já ouviram falar no Voltasol?

Num mundo onde tudo está sendo feito em prol de facilitar nossas vidas, agora chegou a vez das plantas. A novidade vem do estúdio de design industrial Studio BAG Disseny, entre Barcelona, Andorra e Girona, na Espanha, que desenvolveu um projeto pra lá de interessante: vasos que se movimentam em busca da luz solar, chamados de “Voltasol“.

A ideia facilita não só a nossa vida, mas mais ainda a vida das plantinhas, crescendo melhor de acordo com suas necessidades. Produzidos em diversos formatos, os vasos são feitos manualmente em cerâmica e se movimentam em círculos, inclinados na base de um suporte acoplado. Inspirados nos movimentos dos girassóis, os recipientes são projetados para seguir em direção à luz e, por serem dinâmicos, se adaptam mais facilmente a cada ambiente ou clima.

A série ainda tem cores baseadas na variedade de tons apresentadas durante a primavera em Empordà, Girona. O produto de teste foi apresentado oficialmente durante o evento Temps de Flors 2014. Os vasos já podem ser encomendados na loja livingthings.

O que achou, já conheciam?


Fonte e imagens: Studio BAG Disseny/hypeness

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Febre nos anos 50 e 60, os cobogós voltaram com força total!

Assim como no mundo da moda é comum resgatar memórias para lançar tendências, isso também acontece na arquitetura. É o caso dos cobogós, as tramas vazadas que fizeram sucesso no passado e voltaram com força total, ganhando releituras e resgatando o passado com contemporaneidade, virou o retrô-chic.

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Ele foi criado pelos engenheiros Coimbra, Boeckmann e Góes, por isso foi batizado com as iniciais dos nomes. É um elemento vazado de cimento, muito usado nas construções nas décadas de 40 e 50. Uma parede construída com esses elementos, diminui o calor, sem bloquear a ventilação e a iluminação. Hoje eles não são apenas de cimento. Encontramos em cerâmica, esmaltado, tijolo, plástico, madeira, aço e ferro.

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A intenção dos cobogós era criar uma peça que ao mesmo tempo em que desse privacidade ao interior das casas, não comprometesse a luminosidade nem a visão de fora dela.

A peça começou a ser produzida com cimento. Foram muito utilizados nos anos 50 e 60 para embelezar fachadas e também dividir ambientes.

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Voltando com novas releiuras, os cobogós podem ser usados em todos os ambientes, desde muros, como separador de áreas, bem como divisórias em ambientes internos. Possibilitam a circulação de ar e a iluminação natural, dando um ar descontraído ao espaço onde ele estiver sendo utilizado.

A versatilidade na aplicação é um ponto que ajuda a difundir o cobogó, as possibilidades são infinitas: forros, portas, biombos, painéis, paredes de integração. É versátil, une ambientes, texturas e sensações.

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Quando bem utilizados, deixam o ambiente charmoso e mais moderno, separando os ambientes sem bloquear a passagem de luz e ventilação.