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Arquivado para novembro, 2015

Chapelaria no hall. Criar para aproveitar!

A limitação de espaço ou o layout irregular de um ambiente pode ser bom motivo para buscar soluções criativas, belas e funcionais. Para organizar melhor bolsas e casacos quando ocorrem reuniões com amigos e familiares, aproveitei o vão da escada e transformei numa chapelaria.

O resultado, extremamente funcional, exibe um belo trabalho de marcenaria clean, arejada e com linhas retas – o mesmo conceito que predomina na casa. A estrutura com acabamento em laca branca ocupa cerca de 1,7metros quadrados, excluindo-se os recuos do gabinete com nichos sob os degraus. O espaço recebeu ainda uma porta com grelhas, que permite a circulação do ar e esconde eventuais bagunças no hall de 5,2 metros quadrados.

 

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Organizados, os pertences dos visitantes podem tanto estar guardados nos nichos sob a escada quanto pendurados em ganchos (especiais para bolsas e casacos) presos nas paredes do miniambiente.

 

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Placas de MDF laqueadas e de dimensões variadas revestem as paredes do hall, contribuindo com a volumetria inusitada da área.

Projeto de Viviane Dinamarco, gostaram?

Trabalhar de pé em escritórios pode se tornar uma nova tendência.

Várias pesquisas sugeriram que ficar constantemente sentado durante o período de trabalho pode prejudicar a saúde. Muitos especialistas consideram ainda que passar muito tempo sentado é tão prejudicial à saúde quanto fumar – má notícia para quem passa oito horas por dia sentado diante de uma mesa de trabalho.

Os últimos estudos sugerem ainda que permanecer sentado durante o trabalho pode causar problemas cardiovasculares ou deixar o corpo vulnerável à diabetes isso sem contar problemas de coluna, dor nas costas. E muitas pessoas não tem como resolver esses problemas com prática de exercícios em academias.

A partir disto, abre-se uma nova possibilidade: será que os escritórios do futuro poderiam girar em torno da ideia de trabalhar em pé?

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Os que defendem um tempo maior de pé durante o trabalho afirmam que esta nova forma de trabalhar é benéfica não apenas para a saúde, mas também para a energia e criatividade dos funcionários. E muitas grandes companhias estão começando a levar a sério estas afirmações.

A gerência das instalações da companhia americana GE na Grã-Bretanha está considerando a possibilidade de dar uma escolha aos funcionários. “Sabe-se cada vez mais que períodos longos de comportamento sedentário têm um efeito adverso para a saúde, então estamos tentando introduzir mesas para (os funcionários ficarem) em pé”, disse o engenheiro da GE Jonathan McGregor.

No entanto, o custo precisa ser calculado. As grandes empresas estão levantando os dados sobre doenças e folgas dos trabalhadores antes de tomar uma decisão. Os preços podem variar, mas uma mesa que permita trabalhar em pé geralmente custa mais do que as mesas convencionais. Na Grã-Bretanha, por exemplo, empresas cobram entre 500 libras (quase R$ 1,9 mil) e 400 libras (quase R$ 1,5 mil) por cada uma destas mesas quando são feitos pedidos de 50 ou mais unidades. O preço de uma mesa normal é de 172 libras, em média (R$ 642).

Além da diferença do custo, há também outra questão: as pessoas precisarão escolher se vão ficar sentadas ou em pé. Obrigar os funcionários a ficar em pé pode prejudicar o humor no local de trabalho.

Alan Hedge, especialista em ergonomia, é cético em relação à este tipo de mudança entre os trabalhadores. “Alguns simplesmente vão querer continuar sentados e os que tiverem mesas ajustáveis poderão ter desentendimentos com os que permanecem sentados”.

Mas então como fazer para resolver essa questão? Uma das possibilidades recomendadas pelos médicos é você criar o hábito de levantar-se e se movimentar com a maior frequência possível, inclusive Hedge acredita que os chefes deveriam estimular os funcionários a se mover mais dentro do escritório.

Segundo Jeremy Myerson, professor de design no Royal College of Art o conceito de permanecer sentado em um local de trabalho é uma inovação recente,  “Se você analisar o final do século 19″, disse o professor, “os escrivães vitorianos podiam ficar em pé em frente às suas mesas e se moviam muito mais”, explicou. “É possível ver o escritório industrial dos últimos cem anos como uma espécie de aberração na trajetória dos hábitos de trabalho dos últimos mil anos, quando sempre nos movimentamos”, acrescentou.

O que mudou tudo no século 20 foi o modelo de produção chamado de “taylorismo”, quando estudos de uso de tempo e movimentação foram aplicados ao trabalho de escritório. “É muito mais fácil supervisionar e controlar as pessoas quando elas estão sentadas”, disse Myerson.

O professor sugere que, nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, há uma “tendência de tratar o projeto do local de trabalho como custo e não como investimento”.

Myerson lembra que nem todos seguem esta vertente. “A Dinamarca acabou de determinar que os empregadores ofereçam aos funcionários mesas para sentar ou para ficar em pé”, disse.

E você o que acha disso, adaptaria-se a trabalhar em pé?

 

Matéria consultada Portal O Tempo/Comportamento

 

Tempos Modernos no Ambiente de Trabalho

Um cenário sério como salas fechadas, ambientação sóbria e móveis pesados fortemente ligados a conceitos como solidez e credibilidade foi por muito tempo concebido como ideal para ambientes empresariais, porém agora não mais.

design empregado em projetos de Arquitetura Corporativa era pouco flexível e pouco descontraído. Hoje com as novas tecnologias e as novas maneiras de as pessoas se relacionarem, com longas jornadas de trabalho, exige mais conforto e liberdade em suas estações. Tendo que lidar com a crescente demanda de colaboradores jovens, conectados e multitarefas, as organizações precisaram adaptar seu espaço a hábitos diferentes e muito mais dinâmicos. Isso influenciou não só uma mudança de postura na forma de se trabalhar, como também induziu o desenvolvimento de uma ambientação com linguagem mais “aberta” e original, diria até muitas vezes, ousada. O que é possível perceber também é uma “humanização” maior no ambiente de trabalho, onde o design se tornou um dos elementos responsáveis por apresentar e disponibilizar interfaces mais funcionais, confortáveis, coloridas e versáteis. Além disso, o design corporativo também passou a incorporar formas capazes de melhor se adequar à identidade das mais diversas marcas, definindo o DNA da empresa.

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Os novos escritórios estão sendo compostos por ambientes mais abertos e as divisórias e salas fechadas estão sendo substituídas por ilhas de trabalho e estações integradas. Nessa mudança, os móveis são os protagonistas. Mesas, balcões, armários e gaveteiros versáteis, que permitam diferentes locações, e se integram/ completam, têm ganhado espaço.  A utilização de cadeiras com materiais e design diferenciados também ajudam na modernização do ambiente.

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Nesse caso a empresa optou por refletir o conceito da marca em sua loja modelo, foi concebido um ambiente moderno, clean e tecnológico. O moderno e clean vêm do mobiliário limpo e prático, enquanto que o lado tecnológico vem dos equipamentos da WAP, acompanhados de uma iluminação em led. A WAP, é a tradicional produtora de lavadoras de alta pressão, aspiradores de pó, vaporizadores e ventiladores.

Agora eu te pergunto: o design da sua empresa ou escritório reflete a linguagem dos dias de hoje?