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Arquivado para agosto, 2015

Vasos que se movimentam em busca da luz solar.

Eu adoro tudo que é novidade, ainda mais quando contribui com a natureza e com a praticidade do nosso dia a dia.

Já ouviram falar no Voltasol?

Num mundo onde tudo está sendo feito em prol de facilitar nossas vidas, agora chegou a vez das plantas. A novidade vem do estúdio de design industrial Studio BAG Disseny, entre Barcelona, Andorra e Girona, na Espanha, que desenvolveu um projeto pra lá de interessante: vasos que se movimentam em busca da luz solar, chamados de “Voltasol“.

A ideia facilita não só a nossa vida, mas mais ainda a vida das plantinhas, crescendo melhor de acordo com suas necessidades. Produzidos em diversos formatos, os vasos são feitos manualmente em cerâmica e se movimentam em círculos, inclinados na base de um suporte acoplado. Inspirados nos movimentos dos girassóis, os recipientes são projetados para seguir em direção à luz e, por serem dinâmicos, se adaptam mais facilmente a cada ambiente ou clima.

A série ainda tem cores baseadas na variedade de tons apresentadas durante a primavera em Empordà, Girona. O produto de teste foi apresentado oficialmente durante o evento Temps de Flors 2014. Os vasos já podem ser encomendados na loja livingthings.

O que achou, já conheciam?


Fonte e imagens: Studio BAG Disseny/hypeness

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A Pluralidade Corporativa

O ambiente de trabalho é um reflexo das tendências sociais, econômicas, políticas e financeiras do mundo, além do avanço das técnicas construtivas e da tecnologia da informação, como a própria internet, dispositivo móveis, etc.

A globalização deixou o mercado corporativo mais competitivo, levando as empresas a ajustarem seus processos de gestão para se tornarem cada vez mais ágeis e criativas. Por consequência, os espaços passaram também a ser mais fluidos e flexíveis. A dinâmica do trabalho mudou, e a nova geração que adentra ao mercado de trabalho exige essa mudança.

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 Apesar do mercado de escritórios ter mudado muito nos últimos dez anos com tudo isso, muitas empresas ainda se organizam em ambientes corporativos “tradicionais”, seguindo um conceito que atendeu bem às demandas de gerações anteriores, mas, que agora, não refletem o modelo comportamental dos novos colaboradores.

Outro fator que contribui com todas essas mudança são os generalizados aumentos do metro quadrado e altos preços de locação, o que resultam na diminuição do metro quadrado por funcionário e também do tempo disponível para o desempenho das tarefas, o que demanda a criação de ambientes múltiplos e favoráveis ao relacionamento entre as pessoas.

A palavra de ordem é flexibilidade e produtividade, porém gera implicações arquitetônicas e de design cada vez mais complexas.

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 Amparar diversas situações de trabalho, estimular a criatividade, a produtividade, são os motores dos projetos corporativos da última década.

 É fundamental que as empresas estejam atentas e acompanhem dentro do possível às essas mudanças. O layout passa a ter um aumento nas áreas para uso comum e em equipes e, em contraponto, a redução das áreas privativas.

Essa redução das áreas privativas acompanha outra tendência para escritórios modernos, com a diluição da hierarquização no ambiente de trabalho. A sala do diretor e do gerente com portas fechadas praticamente desapareceu. Líderes e equipe trabalham juntos, muitos acreditam que assim garantem maior eficiência e mais conforto aos profissionais.

 Esse novo layout adotado pelas empresas preza por ambientes multifuncionais que podem se transformar de acordo com as demandas que vão surgindo no decorrer do dia.

Outra inovação é que cada vez mais empresas acreditam em criar microambientes dentro do escritório, para que o funcionário possa trabalhar em diversos locais e não apenas na work station. O escritório não precisa mais ser aquele ambiente formal e rigoroso, precisa ser um local de prazer. Essa é a ideia do micro lounge.. Acredita-se que dessa maneira, o funcionamento da empresa e a produtividade melhoram muito.

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 As mesas de trabalho ganham nova configuração, mais amplas e em algumas empresas sem lugares marcados, pois, com o home office, é possível diminuir o número de work stations.

 Outra mudança nos ambientes corporativos foi o aumento significativo dos espaços dedicados ao convívio e descompressão. O que anos atrás era um fator de resistência para os empresários, hoje já é item primordial no programa de muitas empresas.

No entanto, as áreas de convivência de nada adiantam sem uma mudança e aceitação desse tipo de espaço pela cultura da empresa, pois existem muitas empresas com áreas de descompressão com jogos, pufes, etc, que não são usados porque as pessoas se sentem desconfortáveis com o que seus chefes vão achar se elas usarem. Se esse tipo de pensamento ocorre, a empresa não está preparada pra isso, pois não entende a função do espaço de integração e descompressão. Não vê valor e não enxerga o benefício para as pessoas.

 Porém, é importante não confundir essas tendências mais lúdicas com ter um escritório tipo “de brincadeira”. A ideia é utilizar o ambiente de trabalho para atrair os melhores profissionais, incentivar os funcionários já contratados e melhorar a produtividade.

 O que se debate hoje é que a velocidade nas decisões impacta o ganho financeiro das empresas e, consequentemente, a remuneração desses novos profissionais. Por isso, é importante ter espaços abertos nos escritórios, que ofereçam integração das informações e auxílio nas tomadas de decisões, e que deixem à mão toda tecnologia e informação possíveis.

Em conseqüência disso que empresas como o Facebook investem tanto em um ambiente criativo.

As empresas ligadas à Comunicação e Tecnologia, por terem um perfil mais arrojado em suas equipes, acabam aceitando essas mudanças e até ditando novas tendências.

 Por outro lado, algumas empresas de perfil mais tradicional também estão adotando essa nova cultura. Existem escritórios de Advocacia por exemplo, um ambiente tradicionalmente mais formal que é um exemplo de inovação corporativa.  Essas empresas buscam na tecnologia e nas agências de comunicação um modelo de escritório mais arrojado. O projeto, desde o começo, tem base na eliminação de conceitos antigos, desnecessários à prestação de um serviço de altíssima qualidade, e com a valorização de um ambiente de trabalho mais conectado aos anseios das novas gerações de profissionais.

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Dentro de todo esse novo conceito, é importantíssimo que o escritório traduza a identidade da empresa, pois é isso que difere uma da outra.

Com certeza, daqui a dez anos os escritórios serão mais informatizados, digitais e multifuncionais. A tendência é trabalhar de várias maneiras e com interfaces interativas, cada vez mais, se viverá conectado em uma nova dimensão de espaço que conjuga a realidade virtual com o mundo real. O trabalho individual ou em grupo, envolvendo processos mais simples, poderá ser realizado a partir de casa ou de qualquer outro lugar.