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Arquivado para julho, 2015

Piso ou revestimento?

E agora, piso ou revestimento? 

Escolher a opção ideal para sua casa ou apartamento pode se tornar uma opção difícil se você não estiver por dentro das principais características de cada um. Podemos dizer que está no formato e na aplicação. Os pisos, como o próprio nome diz, são para ser aplicados no chão. Já os revestimentos servem para ser aplicados tanto no chão quanto na parede, e temos uma maior variedade de formatos e tipos.

Vamos falar de alguns para você entender melhor:

Os porcelanatos possuem acabamento moderno e previnem possíveis infiltrações, sendo uma tendência atual para pisos bastante procurada. Os pisos no tom mais cinza também estão sendo vistos como tendência no mercado, inclusive, os pisos de cimento têm obtido bastante procura para pequenos apartamentos ou lofts.

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Os revestimentos imitando a madeira, como os laminados ou vinílicos, tem tido as maiores buscas, por terem um acabamento perfeito e ficando quase impossível diferencia-los da madeira de verdade, além de um custo mais acessível e uma possibilidade de mudança futura sem grandes obras. Em relação aos formatos, as novidades ficam por conta de revestimentos em colmeias ou hexagonais (formas geométricas).

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Outro que estão também em alta e estão sendo mais procurados são as peças especiais com relevo ou com acabamentos que imitam mármores nobres e concreto.

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O que levar em consideração na hora da compra?

Tamanho da sua casa: Além de determinar o custo, ainda temos uma questão de acústica, amplitude e harmonia entre os cômodos. Não dá pra colocar um revestimento de madeira na sala e no quarto um piso de cimento queimado ou um porcelanato chiquérrimo, talvez isso não fique bom e  você ainda perca uma noção de continuidade…

Outra coisa, o clima de onde mora: Imagina só morar numa cidade fria com um piso gelado, só porque você achou aquela cerâmica lindíssima? Se você mora em um lugar muito quente, com muita incidência de sol, sem dúvida um piso frio (como azulejos e porcelanatos) é mais indicado.

Fonte:ACqueminhaAQ

Febre nos anos 50 e 60, os cobogós voltaram com força total!

Assim como no mundo da moda é comum resgatar memórias para lançar tendências, isso também acontece na arquitetura. É o caso dos cobogós, as tramas vazadas que fizeram sucesso no passado e voltaram com força total, ganhando releituras e resgatando o passado com contemporaneidade, virou o retrô-chic.

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Ele foi criado pelos engenheiros Coimbra, Boeckmann e Góes, por isso foi batizado com as iniciais dos nomes. É um elemento vazado de cimento, muito usado nas construções nas décadas de 40 e 50. Uma parede construída com esses elementos, diminui o calor, sem bloquear a ventilação e a iluminação. Hoje eles não são apenas de cimento. Encontramos em cerâmica, esmaltado, tijolo, plástico, madeira, aço e ferro.

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A intenção dos cobogós era criar uma peça que ao mesmo tempo em que desse privacidade ao interior das casas, não comprometesse a luminosidade nem a visão de fora dela.

A peça começou a ser produzida com cimento. Foram muito utilizados nos anos 50 e 60 para embelezar fachadas e também dividir ambientes.

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Voltando com novas releiuras, os cobogós podem ser usados em todos os ambientes, desde muros, como separador de áreas, bem como divisórias em ambientes internos. Possibilitam a circulação de ar e a iluminação natural, dando um ar descontraído ao espaço onde ele estiver sendo utilizado.

A versatilidade na aplicação é um ponto que ajuda a difundir o cobogó, as possibilidades são infinitas: forros, portas, biombos, painéis, paredes de integração. É versátil, une ambientes, texturas e sensações.

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Quando bem utilizados, deixam o ambiente charmoso e mais moderno, separando os ambientes sem bloquear a passagem de luz e ventilação.